A socióloga Miriam Abramovay, coordenadora da Área de Juventude e Políticas Públicas da Flacso Brasil participou de conferência no Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), em San José, na Costa […]
Segundo o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Flacso, os dois últimos anos marcam uma pequena estabilização na taxa de suicídio no Brasil, mas […]
Confira entrevista de Miriam Abramovay, coordenadora da Área de Estudos e Políticas sobre a Juventude da Flacso, à RBS TV. A socióloga falou sobre resultados da pesquisa “O Papel da […]
Oito em cada 10 alunos de escolas públicas relatam já terem sofrido discriminação em Porto Alegre (RS). Os números fazem parte da pesquisa “O Papel da Educação para Jovens Afetados […]
Dados da pesquisa Violência Letal contra as Crianças e Adolescentes do Brasil e do Mapa da Violência, publicações da Flacso Brasil produzidas pelo coordenador da Área de Estudos sobre a […]
Para a coordenadora da área de Estudos sobre Juventude e Políticas Públicas da Flacso Brasil, Miriam Abramovay, muitas escolas ainda reproduzem a lógica da meritocracia e do enfrentamento violento de […]
O Senado aprovou no último dia 17, projeto de lei que inclui entre as atribuições das escolas a promoção da cultura da paz e medidas de conscientização, prevenção e combate […]
Relatora da matéria no Senado utilizou dados do “Diagnóstico Participativo das Violências nas Escolas: falam os Jovens”, estudo realizado pela Flacso Brasil em parceria com o Ministério da Educação – […]
Em entrevista ao jornal O Globo, a socióloga Miriam Abramovay, coordenadora do Programa Estudos e Políticas sobre a Juventude da Flacso Brasil, defende a necessidade de haver maior protagonismo dos […]
Com o objetivo de conhecer a escola a partir dos jovens, a pesquisa “Juventudes na escola, sentidos e buscas: Por que frequentam?” revelou alguns mitos comuns sobre jovens e a escola: 1º mito: Eles não querem estudar, 2º mito: Alunos não valorizam o professor e 3º mito: A escola ideal é a que tem sala de aula tecnológica. Foram ouvidos mais 8 mil estudantes na faixa de 15 a 29 anos, o estudo foi realizado com o apoio da Flacso-Brasil, Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e do Ministério da Educação (MEC).
O Plenário do Senado aprovou o projeto que cria o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens. A proposta (PLS 240/2016) é resultado dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Assassinato de Jovens. O texto segue para a Câmara dos Deputados. O plano tem o objetivo de reverter os altos índices de violência contra os jovens no prazo de dez anos. O foco dessa ação social serão os jovens negros e pobres, que lideram o ranking de mortes nessa faixa etária no país.
Mulheres se organizam em redes de apoio para ajudar umas às outras, combater a violência e o preconceito e conseguir mais respeito e oportunidades, em um vigoroso movimento que envolve famosas e anônimas e tem gerado mudanças cruciais na sociedade. Diante de tamanha mobilização, “feminismo” foi escolhida a palavra de 2017 pelo dicionário americano Merriam-Webster e a busca pelo termo no Google cresceu 200% desde 2016. O Mapa da Violência 2015 – Homicídio de Mulheres no Brasil mostra que a taxa de homicídios entre negras aumentou 54,2% entre 2003 e 2013. No mesmo período, a taxa entre brancas caiu em 9,8%.
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