Caminhos da Reportagem
Por medo da violência, crianças e adolescentes temem ir à escola ou descolocar-se nas grandes cidades e experimentam precocemente sentimentos que não deveriam aparecer na infância ou na adolescência.
Dados ainda inéditos mostram que, em 12 anos, a taxa de suicídios na população de 15 a 29 anos subiu de 5,1 por 100 mil habitantes em 2002 para 5,6 em 2014 - um aumento de quase 10%.
"Desse compromisso inabalável com um futuro melhor para a 'nossa América', da contribuição indispensável do pensamento crítico e com o olhar na demanda por sociedades mais justas, democráticas e independentes é que a FLACSO comemora e celebra seus primeiros sessenta anos de existência."
Ser protagonista da própria história, com mais oportunidades e melhores condições de vida, é o sonho de muitos jovens indígenas que ingressam na universidade.
A Flacso está completando 60 anos!
Confira a mensagem da Secretária Geral da Flacso, Josette Altmann Borbón, que conta um pouco da história da instituição e celebra a data.
A Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) está completando 60 anos! Muitos aprendizados e histórias marcaram a trajetória da Flacso e de quem passou pela instituição. O organismo que nasceu […]
O projeto busca apoiar o desenvolvimento da profissionalização do serviço público e o fortalecimento das capacidades estatais por meio da elaboração e execução de programas de capacitação de recursos humanos.
Por TV Escola
O programa recebeu Miriam Abramovay, da Flacso Brasil, e Eduardo Ribeiro, do Laboratório de Análise da Violência da UERJ para debater a questão da segurança – e da violência – no cotidiano das escolas e das comunidades.
Por Justificando
De acordo com o Mapa da Violência 2015 sobre o assassinato de mulheres, entre 2003 e 2013, houve um aumento de 191% na vitimização de negras.
O racismo se manifesta das mais diversas formas no Brasil: está na falta de representatividade de homens e mulheres negras nos espaços públicos, nos guetos de exclusão e pobreza, mas também no imenso número de assassinatos que ocorrem todos os anos.
"Aqui, como nas outras partes do mundo, racismo mata, seja diretamente via genocídio (...), seja indiretamente, pelas escassas condições de acesso à saúde, educação e renda", diz Julio Jacobo.
"Os homicídios de mulheres só caíram significativamente no primeiro ano de vigência da Lei Maria da Penha, depois os números cresceram e, em alguns períodos, de forma significativa. O problema não está na lei."
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