No segundo dia de Fórum Social Mundial, o Projeto de Formação de Gestores Públicos (Forgep), realizado pela Flacso Brasil, organizou uma atividade auto-gestionada na Escola Paulo Freire, onde foram reunidas as atividades de educação popular.
Uma grande marcha reuniu cerca de 15 mil pessoas em no primeiro dia do Fórum Social Mundial Temático (FSMT) em Porto Alegre, nesta terça-feira (19). Movimentos sociais, ativistas, intelectuais e políticos se reuniram no Largo Glênio Peres e seguiram até o Largo Zumbi dos Palmares com cartazes...
Exposição "A arte como forma de denúncia: liberdade de expressão" começa hoje, no Café Cartum, e abre a programação das mídias livres no Fórum Social Temático Porto Alegre FSM 15 Anos, que acontece de 19 a 23 de janeiro. Reúne cartuns e cartunistas que refletem sobre os limites do humor quando direitos estão em jogo.
Foi num janeiro quente na capital gaúcha que o Fórum Social Mundial armou tenda para enfrentar a reunião do Fórum Econômico de Davos pela primeira vez. Era o ano de 2001, o Brasil estava no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, a seleção brasileira ainda era tetra e o 11 de setembro não estava riscado do calendário. O mundo era outro.
Desde a tarde de domingo (17), participantes do Fórum Social da Educação Popular (FSEPop) trabalham em grupos temáticos para discutir a relação entre Universidade e Educação Popular em quatro eixos: Direitos Humanos; Cultura; Extensão e Saberes populares, saberes acadêmicos e investigação. O trabalho é parte da atividade “Viajando na relação entre Universidade e Educação Popular”.
O Fórum Social da Educação Popular (FSEPop) começou neste domingo levantando o debate sobre a relação entre Educação Popular e Universidade. Na Roda de Conversa que marcou a abertura do evento, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos avaliou o atual momento dessa relação.
Entre os dias 17 e 23 de janeiro, o Fórum Social da Educação Popular vai reunir em Porto Alegre (RS), intelectuais da América Latina, África e Europa, organizações e lideranças sociais, movimentos, universidades e governos em um grande debate a educação popular no mundo atual.
Estúdio i - Globo News
Vamos saber o jovem brasileiro que está nas salas de aula da rede pública. Esse foi o objetivo da pesquisa feita pelo Ministério da Educação (MEC), pela Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil).
Jornal do Brasil - Pesquisa/ inédita do MEC, OEI e Flacso revela que a maioria dos jovens que abandona a escola deixa de estudar para trabalhar. Mas os entrevistados revelam a importância do professor na decisão de continuar na escola e afirmam que violência, pobreza e corrupção são apontados como problemas mais graves do que a qualidade do ensino.
Por Ilona Becskeházy e Paula Louzano | Missão Aluno - Rádio CBN
Livro ajuda a entender o ponto de vista do aluno. 'Juventudes na escola,sentidos e buscas: Por que frequentam?' mostra que os estudantes gostam e valorizam as escolas.
Ouça o programa completo a
Por Jéssica Gotlib - Correio Braziliense
Entre continuar estudando ou trabalhar, mesmo que em postos informais, a maior parte dos jovens brasileiros escolhe a segunda opção. É o que mostra o relatório Juventudes na escola, sentidos e buscas: por que frequentam?, desenvolvido pela Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso) em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI).
Entre os dias 17 e 23 de janeiro, o Fórum Social da Educação Popular vai reunir em Porto Alegre (RS) organizações sociais, movimentos, universidades e governos para discutir a educação popular no mundo atual. Nos dias 17 e 18 acontece o Encontro da Educação Popular e Universidades: Experiências e desafios, uma reunião aberta...
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