Juventudes em Comunidades de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPS): perfil, expectativas e projetos para suas comunidades

Este projeto pertence aos seguintes programas: Estudos e políticas sobre juventudes, educação e gênero: violências e resistências

Status: Realizado

O Projeto procurou conhecer a vivência dos jovens com a nova situação inaugurada com a implantação das UPPs em suas comunidades, suas representações sobre tal política e resgatar sugestões para que essa de fato venha a corresponder às suas vontades e necessidades.
Considerando as lacunas de conhecimento existentes (principalmente no que diz respeito a subsídios para políticas públicas “de/para/com os jovens”), a preocupação de contextualizar estereótipos e de permitir que os jovens se expressem, manifestem suas necessidades, vontades e apreciações sobre políticas sociais, no caso em comunidades onde se encontram as UPPs, desenhou-se a presente pesquisa em locais onde foram implantadas as UPPs e como se tem dado as relações sociais entre os jovens e tal política, na prática.

Objetivos
– Conhecer como os jovens (15-29 anos) de diferentes inscrições identitárias – ciclo na faixa etária, gênero/sexo, raça/cor e estrato socioeconômico –, residentes em comunidades das recém implantadas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), percebem necessidades atuais para uma vida segura e de boa qualidade nesses locais.
– Perfilhar condições de vida atual, trajetórias de vida, e expectativas em relação ao futuro, em especial quanto ao direito à cidade e territorialidade próxima — lugar em que vivem.

Público envolvido
Jovens na faixa etária de 15-29 aos, residentes em comunidades com UPP

Período
2011

Abrangência
Rio de Janeiro (RJ)

Parceria
Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)
IESP / UERJ
IBOPE

Equipe
Miriam Abramovay
Mary Garcia Castro

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