Por Parou Tudo
Um estudo realizado em vários Estados do país identificou que 19,3% dos alunos de escola pública não gostariam de ter um colega de classe homossexual, travesti, transexual ou transgênero. Mais 8 mil estudantes na faixa de 15 a 29 anos foram ouvidos.
Por Marcelle Souza - UOL
A pesquisa "Juventudes na escola, sentidos e buscas: Por que frequentam?" acaba com três mitos comuns sobre os jovens e a escola, que envolvem o gosto do aluno pelo estudo, a sua relação com o professor e a estrutura física que eles julgam ideal.
Por Vinícius de Oliveira - Porvir
Ter um professor que saiba criar uma relação pessoal e de respeito, além de demonstrar domínio do conteúdo é uma das razões importantes para reter os alunos no espaço escolar. Esse é um dos destaques da pesquisa “Juventudes na escola sentidos e buscas
Da Globonews
Entre 1980 e 2014, a quantidade de vítimas de disparos com arma de fogo aumentou mais de 400%. De 2004 a 2014, enquanto o número de mortes de pessoas brancas diminuiu 20%, o índice de homicídio de pessoas negras subiu 50% . Esse levantamento é da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).
Por Nana Queiroz - AzMina
Com vídeo e colaboração de Jarid Arraes
Dados do último Mapa da Violência denotam aumento de 54% nos homicídios de mulheres negras, enquanto o assassinatos de brancas caiu 9,8%. O que explica isso? Uma complexidade de questões!
Por Antônio Gois - O Globo
Nesta entrevista no Futura, Miriam Abramovay, coordenadora do estudo "Juventudes na Escola, Sentidos e Buscas: Por Que Frequentam?", fala das principais conclusões da pesquisa, que virou um livro, acessível neste link.
A Flacso Panamá publicou um artigo no jornal La Estrella de Panamá sobre reformas eleitorais e financiamento de campanhas: "Como era de se esperar, do pacote de políticas eleitorais, o tema da propaganda política tocou um dos nervos mais sensíveis da economia de mercado.
Negras são as principais vítimas do crime que mata as mulheres por serem mulheres; legislação específica ajuda, mas falhas na aplicação reduzem sua eficácia entre a população mais vulnerável
por Andrea Dip, Anna Beatriz Anjos - Agência Pública (republicada na Carta Maior)
Por Beatriz Morrene (texto) e Flávia Yuri Oshima (edição) - Época: Cerca de 25% dos casos de agressão foram seguidos de roubo e furto dentro da escola. Os dados englobam também violência verbal e agressão por meio digital. Foto: Think Stock/Getty Images
Por Gabriel Maia Salgado - De olho nos planos: Segundo estudo realizado com a participação de 6.709 alunos de sete capitais brasileiras, 42% dos estudantes afirmam ter sofrido violência em 2015
Por Ernesto Braga - Hoje em Dia Por duas vezes, Mellanie, de 13 anos, e Waleska, de 14, ambas do 9º ano do ensino fundamental de uma das escolas estaduais mais tradicionais de BH, testemunharam uma colega de sala ser agredida.
Por Mayara Albuquerque/Agência Pará Uma pesquisa realizada no período de janeiro a novembro de 2015, em sete capitais brasileiras, ouviu quase sete mil alunos do do Ensino Fundamental e Médio […]
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