Na mesa de convergência Globalização, desigualdade e crise civilizatória, intelectuais e representantes de movimentos sociais fizeram um balanço dos 15 anos de Fórum Social Mundial (FSM) e do cenário internacional nos dias de hoje.
Entre os dias 17 e 23 de janeiro, o Fórum Social da Educação Popular vai reunir em Porto Alegre (RS) organizações sociais, movimentos, universidades e governos para discutir a educação popular no mundo atual. Nos dias 17 e 18 acontece o Encontro da Educação Popular e Universidades: Experiências e desafios, uma reunião aberta...
Movimentos sociais das mais diversas matrizes se reuniram na manhã de sábado (23) no auditório Araújo Viana, em Porto Alegre, para aprovar a Carta do Fórum Social Temático 2016, que aconteceu durante toda a semana. Os movimentos destacaram a importância da articulação entre as diversas pautas como principal estratégia
“Viva o autodidatismo, é daí que eu entendo a educação popular”, disse Moyses Martins, rapper e cadeirante, membro do Brasil Acessível e do coletivo Família Rap Nacional, que participou da mesa de convergência A educação popular e os Direitos Humanos.
O Fórum Social da Educação Popular (FSEPop) começou neste domingo levantando o debate sobre a relação entre Educação Popular e Universidade. Na Roda de Conversa que marcou a abertura do evento, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos avaliou o atual momento dessa relação.
Desde a tarde de domingo (17), participantes do Fórum Social da Educação Popular (FSEPop) trabalham em grupos temáticos para discutir a relação entre Universidade e Educação Popular em quatro eixos: Direitos Humanos; Cultura; Extensão e Saberes populares, saberes acadêmicos e investigação. O trabalho é parte da atividade “Viajando na relação entre Universidade e Educação Popular”.
Entre os dias 17 e 23 de janeiro, o Fórum Social da Educação Popular vai reunir em Porto Alegre (RS), intelectuais da América Latina, África e Europa, organizações e lideranças sociais, movimentos, universidades e governos em um grande debate a educação popular no mundo atual.
Entre os dias 30 de novembro e 03 de dezembro, a Flacso Brasil apoiou a realização do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI). A 6ª edição do evento aconteceu […]
A diretora da Flacso Brasil, Salete Valesan Camba, participou no dia 29 de maio, do III Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica: Diversidade, Cidadania e Inovação, com a Conferência […]
O Fórum Internacional “20 anos de relações entre Marrocos e América do Sul”, sediado pelo programa Ibn Khaldoun, da Faculdade de Letras e Ciências Humanas da Universidade Mohammed V de […]
Nos últimos anos, um conjunto de políticas públicas de ações afirmativas tem contribuído para ampliar o ingresso de camadas mais amplas da população em instituições de educação superior, como a adoção de cotas por instituições estaduais, a Lei de reserva de vagas nas instituições federais, além de iniciativas como o Reuni, o Prouni e o Fies.
Este processo de democratização traz novos desafios para as instituições, para as redes públicas de ensino médio, para os movimentos sociais e organizações que se dedicam a essa agenda, assim como para os pesquisadores das ações afirmativas e os próprios estudantes.
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