Os dados foram divulgados na 11a Edição do Fórum Brasileiro de Segurança. Esta foi a primeira que o Fórum divulgou não números relativos à violência em sala de aula. O estudo ouviu 13,3 mil professores em todo o Ceará, e os dados do Fórum são referentes a 2016.
O relatório “Faces da desigualdade no Brasil. Um olhar sobre os que ficam para trás” será lançado no Colóquio Internacional “O desafio da igualdade no Brasil e na América Latina”, nos […]
Faces da desigualdade no Brasil. Um olhar sobre os que ficam para trás propõe uma reflexão a partir da compreensão das desigualdades durante o período 2002-2015 como fenômeno multidimensional e relacional, para além de abordagens recorrentemente como a renda monetária.
O Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil realizado pela Flacso Brasil, com apoio da ONU, revela: 50,3% das mortes violentas de mulheres são cometidas por parentes e 33,2% por parceiros ou ex-parceiros. Os dados de 2013 são do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.
Representantes da Anistia Internacional das cinco regiões do país fizeram ato simbólico em frente ao Ministério da Justiça com caixão. Jovens levaram manifesto "Jovem Negro Vivo" com 63 mil assinaturas por políticas públicas. A cada 23 minutos, um jovem negro morre no país, segundo o Mapa da Violência da Flacso Brasil.
Por Alex Rodrigues, Agência Brasil Em todo o mundo, ao menos uma em cada três mulheres com mais de 15 anos já foi alvo de violência sexual, segundo dados da Organização […]
Nos três primeiros anos após a nova legislação, o número de acidentes no país caiu, mas, a partir de 2000, voltou a subir e, em 2005, já havia retornado a patamares pré-Código. Mapa da Violência 2013, da Flacso Brasil, mostra panorama da evolução da violência no trânsito, com foco na mortalidade de motociclistas, no período compreendido entre 1980 e 2011.
Os dados oficiais sobre a população negra no Brasil indicam que esta é a parcela mais afetada pelos altos índices de violência da sociedade e a mais sujeita à violação de direitos. Os negros são maioria nos presídios e entre as vítimas de homicídios, ao mesmo tempo em que têm menos acesso à saúde e à educação e compõem o segmento mais pobre da população.
No primeiro semestre deste ano, foram 199 casos desse tipo de crime, que acontece especificamente porque a vítima é mulher. Foi a primeira vez que a secretaria divulgou estatística separada para feminicídio. A Lei do Feminicídio entrou em vigor em março de 2015. Um dos gargalos desse tipo de estatística é a subnotificação e a classificação incorreta no momento do registro da tipificação do crime.
O professor, sociólogo e pesquisador Julio Jacobo, coordenador da área de Estudos da Violência, da Flacso, diz que o Brasil tem uma segregação racial "exatamente igual" à África do Sul no período do Apartheid e que essa divisão é o pano de fundo para as mais de 786 mil mortes no país num período de 15 anos. Entre janeiro de 2001 e dezembro de 2015, o Brasil teve mais homicídios que as guerras de Síria e do Iraque.
Os dias de crise são mais favoráveis às soluções simplistas que aos raciocínios focados nas raízes dos problemas. As propostas de liberação de porte de armas de fogo para civis, de modo que possam perambular com revólveres e pistolas, pertencem ao primeiro tipo. A taxa anual de aumento de homicídios por arma de fogo foi reduzida (de 8% ao ano para 1% ao ano) com o Estatuto do Desarmamento.
Jovens de 15 a 29 anos estão se matando mais. O assunto que ainda é tabu nas famílias, escolas e rodas de conversas informais cresce a passos lentos, mas de forma constante no Brasil. Segundo o Mapa da Violência, entre 1980 e 2014, houve um aumento de 27,2% no número de suicídios dessa faixa etária. 90% dos suicídios poderiam ser evitados, segundo a OMS.
Este site está registrado em wpml.org como um site de desenvolvimento. Você pode mudar para uma chave de site de produção para remove this banner.