Informações sobre homicídios e outros delitos ainda são privilégio de poucos estados. Sem estatísticas, governos trabalham sem saber onde, como e quando ocorrem os crimes. Da mais recente edição do […]
Como parte das atividades regulares de gestão e administração da FLACSO, a primeira reunião do Comitê Diretor foi realizada na Sede Acadêmica da FLACSO, no México, nos dias 9 e […]
O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) com o apoio da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil), lançaram a “Revista Caravana […]
O assassinato de seis jovens em uma chacina num bairro pobre da Baixada Fluminense, no dia 10 de setembro, escancara mais uma vez a principal política estatal para as massas […]
Miriam Abramovay, coordenadora de Estudos e Políticas sobre a Juventude da Flacso Brasil, é uma das especialistas entrevistadas para o especial sobre violência publicado pelo UOL. “Há um aspecto teatral nos massacres, desde […]
"É o desvio dos recursos públicos que enfraquecem as políticas sociais e marginalizam os pobres", segundo Judinei Vanzeto. O Mapa da Violência 2016 revela: cinco pessoas são mortas por arma de fogo por hora, sendo 123 por dia. Ocorrem mais mortes por arma de fogo do que nas chacinas e atentados que acontecem em todo o mundo. Os homicídios, sequestros, estupros e diversas outras formas de violência constituem a principal e a mais imediata preocupação para a população.
Gilberta Acselrad, mestre em Educação e coordenadora de Saúde Pública e Direitos Humanos da Flacso Brasil (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), reuniu 156 questões ouvidas de estudantes do ensino fundamental e médio para o livro Quem tem medo de falar sobre drogas? Saber mais
Em alguns países, a presença da polícia dentro das Escolas tem sido uma das respostas mais recorrentes para enfrentar a violência das sociedades contemporâneas. A proposta parece ser a maneira […]