Brasil registró la muerte de 176.000 niños y adolescentes por causas violentas entre 1981 y 2010 y su tasa de homicidios ocupa el cuarto lugar del mundo, de acuerdo con […]
Neste dia 19 de abril, a Flacso Brasil celebra os povos indígenas do nosso país! Temos como compromisso a garantia dos Direitos Humanos, o fortalecimento da participação e do acesso dos […]
Neste dia 19 de abril, a Flacso Brasil celebra os povos indígenas do nosso país! Entre seus compromissos estão a garantia dos Direitos Humanos, o fortalecimento da participação e a promoção […]
Por Parou Tudo
Um estudo realizado em vários Estados do país identificou que 19,3% dos alunos de escola pública não gostariam de ter um colega de classe homossexual, travesti, transexual ou transgênero. Mais 8 mil estudantes na faixa de 15 a 29 anos foram ouvidos.
Começou hoje (14), em Brasília, a 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista. Representantes dos povos indígenas e autoridades governamentais participaram da mesa de abertura, que teve início com um ritual sagrado, celebrado por pajés de diversas etnias, lembrando a luta dos antepassados.
A Faculdade Latino-Americana esteve presente na 20º edição do Acampamento Terra Livre, em Brasília. Sob o lema “Nosso Marco é Ancestral. Sempre Estivemos Aqui”, a maior mobilização indígena do Brasil […]
Neste 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, a Flacso Brasil reitera seu compromisso com a luta pelos direitos das mulheres, do campo, da floresta e da cidade, por equidade […]
O antirracismo é uma luta coletiva. As políticas raciais no Brasil são objeto do Caderno de Pesquisa Ações Afirmativas e Burocracia Pública: vinte anos de legislação e do Mapa Georreferenciado […]
O aumento real e constante da violência contra crianças e adolescentes e tentativas de retrocesso na legislação que protege os direitos dessa população marcaram os 22 anos da Chacina da Candelária. Duas décadas depois do massacre, o Brasil registra por ano mais de dez mil homicídios de crianças e adolescentes na mesma faixa etária das oito vítimas do massacre ocorrido no Rio de Janeiro em 1993 (11 a 19 anos).
“Na época da criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tínhamos uma grande esperança de mudanças substancias na sociedade brasileira. A revolução social estava na nossa agenda e aquele sonho era uma pauta cotidiana. Na contramão disso tínhamos uma ditadura, mas também um processo constituinte e movimentos populares”, lembrou Benedito Rodrigues dos Santos, professor e pesquisador da Universidade Católica de Brasília e consultor do Unicef, durante Roda de Diálogo em comemoração aos 25 anos do ECA.
Está surgindo a primeira geração de adultos nascida sob a proteção do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que completa 25 anos. Em um quarto de século, conquistamos importantes avanços na garantia de direitos ao grupo mais jovem de cidadãos e cidadãs do país. Mas esse aniversário também é marcado por ameaças, como as tentativas de aprovação no Congresso Nacional de medidas para redução da maioridade penal.
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